Mostrando postagens com marcador Especiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Especiais. Mostrar todas as postagens

15 de dezembro de 2010

68º Globo de Ouro 2011

Parece que agora o cinema vai esquentar de vez, nesta terça-feira, 14/12, foram anunciados pelos atores Katie Holmes e Josh Duhamel, os indicados ao Globo de Ouro, o que muitos dizem ser o pré Oscar, sem bem que, nas últimas Edições apenas "Quem Quer Ser um Milionário" confirmou a vitória nas duas premiações, com muitas e fortes críticas acerca dos indicados, já que 2010 está sendo considerado um ano de fracas estreias e aquelas com grandes expectativas só decepcionaram, sem contar com o fato das já famosas injustiças cometidas e filmes esquecidos. Dos 26 títulos que foram indicados, apenas 11 já estrearam no Brasil, incluindo as animações, como a premiação só ocorrerá em 16/01/2011 fica a esperança de que com as indicações alguns títulos sejam lançados antes da entrega do prêmio. Quem acompanha os nossos papos por aqui acompanhou que apostamos em "Alice", "A Origem" e "Minhas Mães e Meus Pais", por outro lado, a exclusão de "A Ilha do medo" e de leonardo DiCaprio são uma pena, no que considero o seu ano mais produtivo, Anette Benning e Julianne Moore confirmam minhas apostas e lideram as apostas para vencer. O recordista de indicações deste ano foi "O Discurso do Rei" com 7 indicações, seguidos por "A Rede Social" e "O Vencedor" com 6 indicações cada, dizem as boas e más linguas, que o filme de David Fincher, que também recebeu indicação por sua direção é o favorito, mas, "Cisne Negro" é apontado como forte candidato e estragar a festa de Fincher, nas animações temos grandes nomes, o que promete trazer uma disputa bastante acirrada, minha aposta fica para "Meu Malvado Favorito" pela inovação no roteiro e vivacidade da trama, desculpem-me mas não posso deixar de sub-apostar em "Como treinar seu dragão", mas no fundo acho que vão premiar "Toy Story 3" pelo fim da série, o cinema tem dessas coisas, quem se lembra de "O Senhor dos Anéis 3", enfim, abaixo a lista completa das principais categorias, agora, é torcer para que todos estreiem logo, possamos palpitar, e aguardar a abertura dos envelopes em Los Angeles em janeiro. Cadê a Meryl? Sorry, sinto sempre sua falta nas premiações!

Confira a relação dos vencedores do Globo de Ouro 2010:

Melhor Filme (Drama)
Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social

Melhor Diretor
Darren Aronofsky (Cisne Negro)
David Fincher (A Rede Social)
Tom Hooper (O Discurso do Rei)
Christopher Nolan (A Origem)
David O. Russell (O Vencedor)

Melhor Roteiro
Danny Boyle e Simon Beaufoy (127 Horas)
Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg (Minhas Mães e Meu Pai)
Christopher Nolan (A Origem)
David Seidler (O Discurso do Rei)
Aaron Sorkin (A Rede Social)

Melhor Atriz (Drama)
Halle Berry (Frankie and Alice)
Nicole Kidman (Rabbit Hole)
Jennifer Lawrence (Inverno da Alma)
Natalie Portman (Cisne Negro)
Michelle Williams (Blue Valentine)

Melhor Ator (Drama)
Jesse Eisenberg (A Rede Social)
Colin Firth (O Discurso do Rei)
James Franco (127 Horas)
Ryan Gosling (Blue Valentine)
Mark Wahlberg (O Vencedor)

Melhor Filme (Comédia ou Musical)
Alice no País das Maravilhas
Burlesque
Minhas Mães e Meu Pai
Red – Aposentados e Perigosos
O Turista

Melhor Atriz (Comédia ou Musical)
Anette Benning (Minhas Mães e Meu Pai)
Anne Hathaway (Amor e Outras Drogas)
Angelina Jolie (O Turista)
Julianne Moore (Minhas Mães e Meu Pai)
Emma Stone (A Mentira)

Melhor Ator (Comédia ou Musical)
Johnny Depp (Alice no País das Maravilhas)
Johnny Depp (O Turista)
Paul Giamatti (Minha Versão para o Amor)
Jake Gyllenhaal (Amor e Outras Drogas)
Kevin Spacey (Casino Jack)

Melhor Filme Estrangeiro
Biutiful (México)
The Concert (França)
The Edge (Rússia)
I Am Love (Itália)
In a Better World (Dinamarca)

Melhor Atriz Coadjuvante
Amy Adams (O Vencedor)
Helena Bonham Carter (O Discurso do Rei)
Mila Kunis (Cisne Negro)
Melissa Leo (O Vencedor)
Jackie Weaver (Reino Animal)

Melhor Ator Coadjuvante
Christian Bale (O Vencedor)
Michael Douglas (Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme)
Andrew Garfield (A Rede Social)
Jeremy Renner (Atração Perigosa)
Geoffrey Rush (O Discurso do Rei)

Melhor Animação
Meu Malvado Favorito
Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Enrolados
Toy Story 3

Até nosso próximo post!

Wagner Robert

31 de outubro de 2010

Jennifer Aniston

Olá, e ai, tudo na mais perfeita ordem? Espero que sim! Neste mês chegou as telonas brasileiras o novo filme estrelado por Jennifer Aniston, "Coincidências do Amor", a bela atriz que ficou mundialmente famosa por sua personagem Rachel do seriado "Friends", marcando a década de 90, seu penteado intitulado "Rachel" virou febre, fruto de anos de batalha, ela começara a colher os frutos, premiada no Emmy e no Globo de Ouro, tornou-se a queridinha da América, depois de anos nesta jornada, a série teve seu fim, e todos se perguntaram o que será da pobre moça, de lindos e doces olhos azuis? Pobre sim, pois cabia a sua personagem, o que eu considero mais difícil, ser a mocinha, ninguém as suporta, adoram e veneram as vilãs, com suas problemáticas e crises existenciais, mas com Aniston foi diferente, todos a amavam, ela trazia o novo pra este segmento, a independência com fragilidade, a mulher que é de aço mas não é perfeita, aquela que aparenta ser um mulherão, mas no fundo quer colo, chama pra sair, mas não divide a conta, dá sinal ao táxi, mas aguarda que lhe abram a porta, quer filhos, mas não quer engordar, quer casar, mas não quer um marido, sabe? Coisas desse tipo, e foi assim que Jennifer ficou conhecida, misturando ficção com realidade, assemelhando a sua vida pessoal. Após um término nada amigável com Brad Pitt, assim dizem, ela curtiu uma fossa, e ai os americanos foram ao delírio, e ela que já era a pobre moça, virou um farrapo, mas como em toda boa história, ela deu a volta por cima, se fez de superior, perdoou, e os estúdios e a mídia agradeceram, é tudo que os eles e nós por tabela gostamos, já que importamos os modismos da terra do Tio Sam.

Jennifer é uma das maiores fortunas entre as atrizes, seu cachê está no top 10 de Hollywood, em 2005, 2006 e 2008 foram duas produções por ano, no natal daquele ano estrelou o fofo e meigo "Marley e Eu", ao lado de Owen Wilson, conhecido por todos como o filme do cachorrinho, filme detentor do recorde de arrecadação natalina, considero que seja um dos trabalhos de maior qualidade dela, exigindo muita carga dramática, embora, tenha ares de comédia, neste ela é casada, tem filhos, e acaba fugindo do esteriótipo das comédias que estava acostuma a fazer, por isso, vejo um diferencial e qualifico esta obra, como uma de suas melhores, até o momento!

Bom, o que eu queria falar mesmo? Ah, lembrei, do filme da Jennifer, chamado "Coincidências do Amor", mais uma comédia romântica, na verdade a terceira lançada em 2010, foram elas "Caçador de Recompensas" que chegou aos cinemas e "O Amor Acontece" direto nas locadoras, e se preparem no primeiro semestre de 2011, vem outra ao lado de Adam Sandler, pois bem, o que queria dizer é que Jennifer mesmo quarentona continua enfeitiçando quando ela treme o "beicinho" aperta os seus lindos olhinhos azuis e faz que vai chorar, é de cortar o coração, ao final de cada filme, que cá entre nós, nunca traz nada de novo, apenas mais da mesma Aniston (boa e velha de sempre), fiquei pensando gente essa mulher é uma bruxa ou coisa parecida, assisti aos 3 filmes dela neste ano, que em média tem uns 90 minutos, geralmente com uma história razoável, me vi preso, apenas pra saber o final do filme, lógico que eu sabia que ela ia ter o coração partido e depois tudo seria resolvido, acho que é isso que fiquei esperando, a grande Jennifer, o momento em que ela apareceria, e mataria o meu desejo por seu olhar de mocinha, muitas atrizes não conseguem fazer o que ela faz, aqui no Brasil sempre tivemos a Regina Duarte, e diz a lenda que em uma novela quanto mais ela chora, mais a audiência sobe, rs!

Depois de tanto pensar, resolvi postar não uma homenagem a sua carreira e nem falar dos seus filmes, fiquei me questionando, o que será da pobre moça quando lhe acabar a sua notória beleza e o seus olhinhos não enfeitiçarem mais? Aniston deu a volta por cima depois de Friends, quando muitos consideraram que a eterna Rachel estava acabada com o fim da série, mas, não foi o que aconteceu, olhando adiante, existirá vida após as comédias românticas? Será que acontecerá o mesmo que com Sandra Bullock, que depois de anos levando milhares de expectadores aos cinemas com seus filmes de pouca expressão e qualidade acadêmica, digamos assim, foi premiada com um Oscar? Aguardemos Aniston no Kodak Theatre?

Fica aqui minha observação e dica, Jennifer é sempre recomendável, pois ela cumpre ao que se compromete, entrete, e isso ela faz como ninguém!

Até nosso próximo post!

Wagner Robert

27 de outubro de 2010

Juan José Campanella e Ricardo Darín.

Steven Spielberg e Tom Hanks, Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio, Tim Burton e Johnny Deep...e por ai vai. Esta relação diretor-ator ou vice versa é das antigas. Duplas quase que inseparáveis a ponto de um não conseguir realizar um bom trabalho sem o outro, como é o caso de Burton, o qual muitos consideram os seus melhores trabalhos aqueles com Deep na frente das câmeras. Verdade é que essas parcerias têm mostrado o quanto uma amizade profissional pode fazer render excelentes resultados, como é o caso do diretor argentino Juan José Campanella e o ator, também argentino, Ricardo Darín.

Essa dupla argentina é um bom exemplo de parceria de sucesso no cinema. Tendo 4 filmes em sua filmografia, Campanella dirigiu todos estes tendo como protagonista a Darín. Favoritismo ou não, o fato é que essa dupla é muito boa. Foram consagrados este ano com o oscar na categoria Filme Estrangeiro com o romance policial O Segredo De Seus Olhos, merecidamente sendo reconhecidos por esta união de longa data.

Meu primeiro contato com esta dupla foi com O Filho Da Noiva, onde Darín interpreta um dono de um restaurante em crise consigo e com as pessoas em sua volta, sendo este ambientado numa argentina em crise política e econômica. A partir deste meu "primeiro contanto", apaixonado, sai caçando os seus demais, e até agora nenhum me decepcionou. Adoro a direção segura e desprentensiosa deste diretor. Ele consegue imprimir nos seus personagens, na história que tem em mãos, humanidade, simplicidade, vida. Seus filmes são uma verdadeira montanha-russa, pois ora damos risadas, ora nos comovemos, ora paramos para refletir. Em Clube da Lua, terceira parceria da dupla, podemos ver como Campanella conduz uma história aparentemente cheio de frustrações e amarguras, com uma levesa e sutileza que nos faz refletir de forma maravilhosa sobre os baixos momentos da vida.

As atuações de Ricardo Darín nestes trabalhos justifica o fato de ser o "pupílo" do cineasta. Poderia chamá-lo de Tom Hanks argentino, pois é a figura deste renomado ator que me vem a mente quando assisto a Darin. Igualmente a Hanks, Darin atua de forma mais natural possível, seus personagem conseguem captar a simpatia do espectador logo nos prmeiros instantes de filme. Não precisa forçar a barra, ou exagerar nas perfomances para ser convincente. Uns dizem que, com a premiação de O Segredo De Seus Olhos, a américa "descobriu" Darín; seja o que isto venha a significar, não importa, pois Darin já implacou este ano um novo sucesso de crítica e bilheteria na Argentina chamado Carancho (traduzido aqui por Abutres), dirigido por Pablo Trapero, previsto para novembro aqui .

Se você ainda não teve a oportunidade deixo a minha dica para você se deliciar com os trabalhos desta dupla. Uma boa oportunidade de provar do melhor do cinema argentino contemporâneo. Abaixo listei os filmes desta parceria com suas respectivas sinopses.

O Mesmo Amor, A Mesma Chuva (El Mismo Amor, la Misma Lluvia) – 1999

Sinopse: Jorge (Ricardo Darín) escreve contos românticos a uma revista e, aos 28 anos, é uma jovem promessa da literatura argentina, mas não consegue se fazer notar. Uma noite, nos anos 80, ele conhece Laura (Soledad Villamil), uma garçonete que está à espera do namorado, do qual não tem notícias há alguns meses, quando partiu para o Uruguai. Os dois ficam unidos, mas, com o tempo, a relação se desgasta e os dois se separam. O filme acompanha os encontros e desencontros desses dois personagens durante 20 anos.

O Filho da Noiva (El Hijo de la Novia) – 2001

Sinopse: Aos 42 anos Rafael Belvedere (Ricardo Darín) está em crise, pois assumiu muitas responsabilidades e não tem mais tempo para qualquer tipo de diversão. Boa parte de seu tempo é gasto no gerenciamento do restaurante fundado por seu pai, no qual até tem um relativo sucesso, mas sem nunca conseguir escapar da sombra de seu pai. Em meio a todas estas responsabilidades Rafael sofre um ataque cardíaco, que faz com que se encontre novamente com Juan Carlos (Eduardo Blanco), um amigo de infância, que o ajuda a reconstruir seu passado e ver o presente com outros olhos.

Clube da Lua (Luna de Avellaneda) – 2004

Sinopse: Luna de Avellaneda é um clube de dança fundado em Buenos Aires na década de 1940. Durante mais de 40 anos diversos clubes como este funcionaram nos bairros da capital argentina, trazendo diversão e vida social para seus habitantes. A crise financeira dos anos 90, porém, fez com que estes clubes começassem a fechar suas portas. Ameaçado pela falta de clientes, o Avellaneda enfrenta sua maior crise. À beira da falência, os descendentes de seus fundadores se unem para evitar o pior: a transformação do clube em um cassino.

O Segredo de Seus Olhos (El Secreto de Sus Ojos) – 2009

Sinopse: Após trabalhar a vida toda num Tribunal Penal, Benjamín Espósito se aposenta. Seu tempo livre o permite realizar um sonho longamente postergado: escrever um romance baseado num acontecimento que vivera anos antes. Em 1974, foi encarregado de investigar um violento assassinato. A Argentina entrava num ciclo de extrema violência política e a investigação colocou em risco sua vida. Ao escavar velhos traumas, Benjamín confronta o intenso romance que teve com sua antiga chefe, assim como decisões e equívocos passados. Com o tempo, as memórias terminam por transformar novamente sua vida.

Marcus Lyra

25 de outubro de 2010

Alice Braga

Nos Especiais credencio a nossa talentosa e requisitada atriz Alice Braga, um dos nomes mais badalados nos últimos anos, dada sua carreira, digamos, meteórica, que estreou nas telonas em 2002 no filme "Cidade de Deus, de Fernando Meirelles", parceria esta que se repetiria em 2008 em "Ensaio Sobre a Cegueira", marcou presença em "Predadores" e em breve em "Os Coletores".

A Paulista Alice Braga tem 27 anos, filha da atriz e publicitária Ana Maria Braga e sobrinha de Sônia Braga (creio não precisar apresentá-la), meio que sem querer fez alguns comerciais, quando foi selecionada por fernando Meirelles e logo de cara ganhou um importante papel no Premiado "Cidade de Deus", ela deu vida a "cocota" Angélica, a namorada de um traficante, iniciando com o pé direito sua carreira no cinema. Em 2003 viaja para Nova Iorque para lançar o filme, e posteriormente volta para estudar e praticar inglês, oportunidade na qual colaborou com a Revista TPM indicando roteiros da cidade.

Em 2005 quando cursava Comunicação e Artes na PUC, foi chamada pra substituir Fernanda Freitas, convite feito pelo diretor Sérgio Machado (Cidade Baixa), no qual viveu a striper Karina, em um triângulo amoroso com Deco (Lázaro Ramos) e Naldinho (Wagner Moura), com locações em Salvador, esta obra impulsionou de vez sua carreira, rendendo-lhe seus primeiros prêmios: Melhor Atriz no Festival do Rio, Prêmio ACIE de Cinema de Melhor Atriz, Melhor Atriz pelo júri oficial do 1º Prêmio Contigo!, Melhor Atriz no Festival Internacional de Cinema de Verona, Melhor Atriz em 2005 pela APCA, Melhor Atriz no Festival SESC - 2005, pelos júris popular e oficial, todos frutos deste trabalho.

Iniciando então sua carreira internacional em "Só Deus Sabe" (Sólo Dios Sabe) - Dolores, seguido de "Doze Horas até o Amanhacer" (Journey to the End of the Night) - Monique, até que chega sua hora e vez, ao lado de Will Smith em "Eu Sou a Lenda" (I Am Legend) - Anna e Cinturão Vermelho (Redbelt) - Sondra Terry.

Até que chegamos em suas duas grandes obras no cinema internacional em "Ensaio Sobre a Cegueira" de Fernando Meirelles, no qual faz uma cega, que em nenhum registro consegui encontrar o nome de sua personagem, registrado como garota dos óculos escuros, protagoniza a cena mais quente do filme ao transar com o marido da persongem de Juliane Moore. Com muita visibilidade participa do excelente "Território Restrito" contracenando com Harrison Ford, ela dá vida a Mireya, uma imigrante ilegal, que acaba criando um vínculo com o personagem de Ford, que tenta localizar seu filho. No ano em que atuou em "Ensaio e Território" foi recheio da revista Vanity Fair destacada como um dos rostos mais promissores ao lado de Ellen Page (Juno) e Zoë Saldaña (Avatar)

Na TV participou de Carandiru, Outras Histórias com histórias envolvendo personagens do filme Carandiru, de Hector Babenco, em que fez Vânia, mulher estuprada pelo cunhado do personagem Ezequiel (Lázaro Ramos) no episódio Ezequiel, o azarado, no dia 17 de junho de 2005. Não tendo podido cogitar fazer novelas devido aos sucessivos filmes com que se envolvia, nem tendo conhecido os palcos. Uma curiosidade em sua carreira é o fato de ter sido garçonete na premiação VMB, anos mais tarde subiria ao palco como apresentadora da festa, em março deste ano estreou como apresentadora do "SuperBonita".

Alice parece estar com tudo em Hollywood, esteve em cartaz com o filme "Predadores" protagonizando o filme ao lado do oscarizado Adrien Brody (O Pianista), e logo estará nas telonas estrelando ao lado de Jude Law (Cold Montain) e Foresther Whitaker (Último Rei da Escócia) o filme "Coletores" que conta a surreal história de uma empresa que aluga e vende órgãos humanos artificiais, no qual Jude e Foresther, coletam os órgãos dos inadimplentes, é quando cruza com Beth (Alice Braga), que tem praticamente tudo artificial, devido a uma coleta mal sucedida Law passa de coletor a procurado, e juntos embarcam em uma grande aventura para salvar suas vidas.

Fica aqui a dica para conferir as obras de nossa atriz que dia a dia está se firmando, com uma bela carreira, de beleza simples, voz interessante e boas atuações, em meio a milhares de latinas na terra do tio Sam, tarefa nada fácil, não entendo por que os diretores brasileiros não fazem como alguns diretores que puxam "sardinha" pra suas conterrâneas e queridinhas, tal como Almodóvar, Allen, Scorsese...

Enfim, abaixo sua filmografia:
2002 Cidade de Deus - Angélica
2005 Cidade Baixa - Karina
2005 Só Deus Sabe (Sólo Dios Sabe) - Dolores
2006 Doze Horas até o Amanhacer (Journey to the End of the Night) - Monique
2006 O Cheiro do Ralo - Nova Garçonete
2007 A Via Láctea - Júlia
2007 Eu Sou a Lenda (I Am Legend) - Anna
2008 Cinturão Vermelho (Redbelt) - Sondra Terry
2008 Ensaio sobre a Cegueira (Blindness) - Garota de óculos escuros
2008 Território Restrito (Crossing Over) - Mireya
2009 Cabeça a Prêmio - Elaine
2010 Os Coletores (Repo Men) - Beth
2010 Predadores (Predators) - Isabelle

Até nosso próximo post!

Wagner Robert

23 de outubro de 2010

Dexter

Dexter é uma premiada série televisiva americana do canal Showtime, exibida desde 2006 nos Estados Unidos, e desde 2007, no Brasil pelo canal FX Brasil. A série é baseada no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, e conta a história de Dexter Morgan, um assassino em série que trabalha como analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue, no departamento de polícia do Condado de Miami-Dade. Dexter é interpretado por Michael C. Hall.

Tudo começa aos 3 anos de idade quando Dexter assiste ao assassinato de sua mãe que foi esquartejada dentro de um conteinter, ele foi deixado vivo chorando no meio do rio de sangue deixado pela morte de sua mãe. A policia chega ao local do crime e o Tenente Harry Morgan socorre o bebê e adota o, mudando o seu nome para Dexter Morgan, dai em diante Dexter leva uma vida normal e esquece todo o passado traumático. Na adolescência, porém, após um acesso de ódio por um cão que não parava de latir atrapalhando o sono de sua mãe adotiva, Dexter sai a rua e faz justiça com as próprias mãos, silenciando pra sempre o latido do cão e daí começa uma série de assassinatos à animais que, antes, eram disfarçados como caça. Harry (o pai adotivo) descobre o instito assassino de Dexter e já sabe no que vai dar, então ele se junta ao filho e criam um código, o Código Harry. Nesse código Harry ensina a Dexter como extravasar seu instindo assassino sem fazer mal à sociedade, só matando o que for animal, porém, esses "animais" agora são aqueles criminosos que passam impunes pela justiça ou que cometem seus crimes sem que ninguém saiba, o código também serve pra que Dexter faça todo o trabalho sujo sem deixar rastros, (coisa que nem sempre o nosso assassino preferido consegue). Valendo-se do fato de ser um expert forense em análise sanguínea e de trabalhar no Departamento de Polícia de Miami, Dexter, de um modo bem meticuloso e sem pistas, mata criminosos que a polícia não consegue trazer à Justiça. A série narra a trajetória de sua vida dupla por meio de flashbacks e, paulatinamente, vai revelando diversos segredos dos personagens, criando um ambiente de constante suspense.

Eu sou suspeitíssimo pra falar de Dexter porque na minha opinião é a melhor série que já assistí (embora não seja um exímio espectador de séries), gosto dessa coisa de suspense constante, e de roteiros bem amarrados. Passo os 9 primeiros meses do ano esperando pela estréia da nova temporada desde 2007.

No Começo desse ano o ator Michael C. Hall, descobriu que estava com linfoma de Holdgkin, um tipo de câncer que ataca os nódulos linfáticos, aos 38 anos o nosso Serial Killer teve que lutar pela vida e foi com muita alegria que em agosto recebemos duas ótimas notícias: Michael C. Hall ganhou o prêmio Globo de Ouro como melhor ator de série pelo seu trabalho em Dexter e se recuperou totalmente do câncer.

Dexter estreou em 1 de setembro de 2010 sua quinta temporada que já é recorde de audiência nos Estados Unidos e com certeza será aqui também.
Então é isso, a dica de hoje é assistam as temporadas anteriores e se apaixonem por esse serial killer que é nosso justiceiro preferido. Dexter Morgan!

Até nossa próxima postagem!

Willy Barcellos.

30 de maio de 2010

Lost: Um Marco na TV


Falar de Lost pra mim está sendo mais do que falar de uma série televisiva. Não, não era essa a sensação que eu tinha ao me sentar uma vez por semana em frente a televisão para acomapanhar a jornada de um grupo de pessoas que cai de avião em uma ilha cheia de mistérios. A real sensação que eu tinha, a cada novo episódio, era a de estar prestes a assistir uma nova obra cinematográfica. Por que? Simplismente porque Lost não tinha em nada a aparência de tudo o que havia surgido antes. Lost era, e é, a originalidade e a exelência que estava faltando na TV.


Com um episódio piloto (isto é, de abertura) mais caro da televisão, algo em torno de 10 a 14 milhões de dólares, Lost foi um sucesso de imediato. A primeira temporada começou a ser transmitida nos EUA em 2004, cerca de 18 milhões de espectadores assistiram ao eletriazante (e inesquecível) episódio inicial, onde pessoas vindas de vários lugares se encontram em um vôo (o desde já o famoso 815 Oceanic Airlines ) com destino a Los angeles os quais tem seus destinos "mudados" quando se tornam sobreviventes em uma ilha amedrontadora, cujas belas paisagens (locações no havaí) em tão pouco tempo começam a ser substituídas por temores, assombrações, segredos e reveleções que nos deixavam boquiabertos a acada desenrolar da história. Além do sucesso de público vieram vários prêmios incluindo o Award Emmy para Melhor Série televisiva na categoria drama, melhor série americana importada na Academia Britânica de Prêmios Televisivos e o Golden Globe Award para Melhor Série (drama).


É claro que nem tudo foi uma mar de rosas. Cabeças rolaram na produção da série devido ao alto custo de sua abertura (isto é, os chefões reclamaram mesmo com o sucesso que foi). Lost foi uma das muitas que sofreu com a greve de roteristas em 2004, tendo a 4 ª temporada sido encurtada. E um fator foi decisivo para mostrar o quanto Lost foi uma verdadeira sobrevivente: a audiência. Se no inicio a série batera recordes, a partir da 3ª temporarda os índices começaram a cair. Uns dizem que foi pelo fato de a série ter se prolongado muito em trazer soluções para os inúmeros mistérios que surgira, outros, por mudanças de horários, e mais outros pela complexidade que chegara o enredo, e eu fico com este último. Mas algo revelou o poder e o respeito que Lost conquistou até então, a série não foi cancelada, e, no término da 3ª, confirmaram mais três temporadas, as quais trariam as tão esperadas respostas e concluiriam a série. Por tanto, Lost conseguiu algo inédito, mudar os corações daqueles que investiam nela e esperavam sempre retorno, provando assim que a viam como algo inovador, que marcaria, que não podia simplismente ser cortada por questões financeiras. Se sair vencedora em um mercado capitalista foi seu maior triunfo!


Lost foi um marco principalmente também pela legião de fãs que se formou. Foram eles que contribuiram diretamente para a promoção da série a cada temporada. A cada episódio transmitido, todos se voltavam para a internet para debater, discutir e refletir sobre a trama. Quando a série resolveu revolucionar até mesmo na internet, sendo transmitido seus episódios simultâneamente com os EUA (via TV sempre era exibido com atraso de dias, até semanas), a coisa "piorou". Inúmeros blogs e sites foram formados especialmente para a produção, dentre eles o Lostpédia, o Dude, we are lost. Um infinidade de comunidades no orkut foram criadas. No meio disso tudo, amizades foram sendo geradas entre o Losties (os fãs), uns relatam até casamentos providos desta troca que a série promovia entre as pessoas. A internet foi um trunfo poderoso para que a série se firmasse como um marco, um meio que a confirmou como algo revolucionário, algo inédito desde então.



Em meio a tantas bizarrices como O Monstro, Os outros, a Iniciativa Dharma, Lost me conquistou pela variedade de personagens (o segundo maior elenco em uma série). Personagens estes que em muito espelham os da vida real. Jamais vamos nos esquecer de Charlie, um roqueiro viciado que encontra na ilha a chance de se libertar, do azarado e gracioso Hurley e seus misteriosos números, de Claire, que chegara grávida na ilha e antes estava disposta a não ficar com o filho, do Dr. Jack Shephard, que estava levando na bagagem o corpo de seu pai, com quem não tinha um bom relacionamento, e tantos outros como o esperto Sawyer, a fugitiva Kate. Não poderia esquecer do misterioso John Locke, este que era paraplégico, mas ao cair na ilha recebe a dádiva de voltar a andar. Todos eles memoráveis, com atores cujas atuações comoveram, alucinaram.

Com tudo isso seu fim chegou. E que The end! Ainda o estou digerindo. Foi épico (esta é uma das expressões mais usadas entre os fãs), maravilhoso. Para a tristeza de muitos não trouxe todas as respostas, mas acho que essa foi a intenção mesmo. Creio que o final de Lost será discutido por anos. Quem disse que a vida nos traz todas as respostas?
Muitos terão de repensar como se elaborar um programa tão inovador e original como fora este. Lost trouxe em potência os tais flashbacks onde, mesmo na ilha, podíamos viajar para fora dela e conhecer os nossos tão queridos personagens e seus dramas antes de virarem sobreviventes. No final da 3ª Lost se superou, trazendo para nós os agora tão famosos FlashesForwards onde, de forma surpreendente, nos era revelado o futuro de cada personagem, mesmo estes ainda estando na ilha. Quanta originalidade em sua narrativa! Vou parar por aqui! Poderia falar da magistral trilha conduzida por Michael Giacchino que, na verdade, era bem mais que um "fundo musical", mas ta bom.

As 5 temporadas encontram disponíveis em DVD e podem ser assistidas online no Terra. A 6ª deve chegar em meados de agosto, setembro. Para terminar quero deixar uma frase da crítica de cinema Ana Maria Bahiana que soube muito bem expressar o que foi (e continua sendo) Lost para todos nós:

- " É possível fazer uma indagação filosófica sobre o sentido da vida, 50 minutos por semana, três meses por ano, durante seis anos? Por incrível que pareça, é. E em TV aberta. "

Marcus Lyra

20 de maio de 2010

J.J. Abrams


Escritor, diretor, produtor, (e segundo algumas fontes) até ator,o novaiorquino Jeffrey Jacob Abrams é um dos nomes em ascensão em Hollywood. Sua versatilidade em trabalhar tanto com televisão como com cinema o tem levado a patamares elevados, sendo cogitado para dirigir futuras e ambiciosas produções. Nada mais justo que dedicar um post a alguém que, se ainda não é tão popular por aqui, em breve o será.






Desde o início de sua carreira, Abrams ja atuava nessas duas esferas: cinema e televisão. No cinema a principio como escritor e produtor. Já na televisão atuava como diretor em séries que ele próprio escrevia e produzia. E foi justamenete essa empreitada na TV que o levou onde está hoje. Com os sucessos de séries bem conhecidas aqui no Brasil, o seu nome começara a sair do anonimato. Séries tais como Alias, com a principiante Jennifer Garner como a agente Sidney Bristow, mostrando que a mulher tem sim seu lugar no gênero de ação; a série dramática Felicity, que tratava da vida de um grupo de jovens e seus conflitos, sendo observados pela protagonista que levava o nome da série, a atriz Keri Russell, que ganhara o globo de ouro de melhor atriz dramática pela sua peformance.


Mas a confirmação de seu sucesso na televisão (e ponte para o cinema) veio mesmo como produtor de uma das séries mais comentadas, vistas, ambiciosas e originais de todos os tempos: Lost. Esta sim foi fator determinante para a carreira de J.J Abrams deslanchar (e como deslanchou). A trama que narra o cotidiano de um grupo de sobreviventes de uma queda de avião numa misteriosa ilha marcou época, marcou estilo (inaugurou o estilo de "série-novela" onde não se pode perder nenhum capítulo para se compreender o enredo), bateu recordes de audiência, transpondo com tamanha originalidade a nós espectadores a um lugar tão maravilhoso quanto assustador, uma ilha habitada por um monstro esfumaçado que faz barulho de máquina (??), por ursos polares (!?) e até por gente morta. Exibida no canal fechado pelo AXN, a série também encontrou público na TV aberta sendo exibida pela Globo (que já confirmou a exibição da próxima temporada). Para a tristeza de uma legião de fãs (inclusive eu) a série chega ao fim neste domingo (23) nos EUA e aqui na terça seguinte, promentendo revelar "todos" os mistérios da ilha. A expectativa é que Lost bata mais recordes de audiência com o seu desfecho. Logo, com a repercurssão da série, a carreira de Abrams não foi mais a mesma.




Se a confirmação de sua carreira na TV veio por intermédio de Lost, dirigir o astro Tom Cruise em sua terceira aventura como o agente Ethan Hunt em Missão Impossível 3 foi a grande escalada para o topo em Hollywood. Sucesso de crítica e público, a série cinematográfica recebeu um novo folêgo com J.J. no comando. Logo em seguida Abrams se aventurou em outro grande projeto, a reinvenção de Star Trek. Este surpreendeu tanto a Paramount que adiou a sua estréia do natal para maio de 2009 (mês das superproduções). E o resultado não poderia ter sido melhor, se tornou um verdadeiro blockbuster, agradou aos fãs mais xiitas da série clássica e já tem uma continuação a caminho.

Mesmo com o término da série Lost, J.J Abrams já vem produzindo novas séries (como a ficção ciêntífica Fringe), atualmente na direção do filme Super 8, que visa homenagear os filmes de ficção ciêntífica de décadas passadas de ninguém menos que Steven Spielberg. Com isso, este versátil criador, escritor, produtor e diretor (ufa!) vem ocupando o lugar dos grandes na área do cinema-entretenimento (ou pipoca se achar melhor). Que venham mais e mais projetos deste exelente cineasta e produtor, tanto no cinema como na televisão. Uma carreira, até agora, 5 estrelas!

Marcus Lyra

9 de maio de 2010

Amanda Seyfried

Olá, é com muito gosto que trago hoje ao nosso encontro uma atriz que está bombando em Hollywood, com nada mais nada menos do que 04 filmes em 2010, três deles ficarão em cartaz simultaneamente no Brasil, com vocês, a mais nova queridinha da américa Amanda Seyfried.

Uma jovem atriz de 24 anos, originalmente das passarelas para a telinha com seriados americanos "Veronica Mars" e "Big Love", seu talento logo seria notado e sua ida para as telonas seria um caminho natural, informações dão conta de seu primeiro trabalho nas telonas é do ano de 2004, de lá pra cá não parou mais, e hoje totaliza 9 obras, 4 só em 2010.

Iniciando com o pé direito ao lado de Lindsay Lohan e Rachel MacAdams em "Meninas Malvadas" um filme bem pipoca, mas seus olhões azuis se destacaram, trabalhou em mais dois pipocas, em seguida emergiu e logo foi recrutada para atuar no musical "Mamma Mia" ao lado de Meryl Streep, Pierce Brosnan, Collin Firth, este filme a credenciou no hall das jovens atrizes talentosas, tendo inclusive que recusar papeis devido a sua agenda.
Amanda estará em cartaz no Brasil com o quente e intrigante "Chloe, o preço da traição", quem conta a história de um casal perfeito, felizes, com um filho adolescente talentoso, eles parecem ter uma vida idílica. Mas quando David perde um vôo e consequentemente sua festa de aniversário surpresa, Catherine começa suspeitar do marido. Colocando em cheque a sua fidelidade, ela decide contratar Chloe, uma acompanhante para seduzir David e testar sua lealdade, contracenando com Julianne Moore e Liam Neeson, semanas depois estréia o Romance "Cartas para Julieta" ao lado de Gael Garcia Bernal e Vanessa Redgrave, que traz a sinopse: Garota em férias na Itália encontra uma antiga carta endereçada a uma certa Julieta. E ainda tem mais um em fase de produção "Marmaduke".

Então fica ae a dica, quando for ao cinema, locar um filme, ou assistir um seriado na tv, fique atento á essa atriz, que já vem mostrando ao que veio, com uma boa veia pra comédias, e um execelente desenvolvimento com dramas, características que a tornam completa, por sua carreira até aqui classifico Amanda Seyfried com 3 estrelas.

Até nosso próximo post!

Wagner Robert

22 de abril de 2010

Amy Adams

Olah, e ai, tudo na mais perfeita ordem? Espero que sim!!! É com muita satisfação que trago pra nossa conversa de hoje uma atriz muito promissora, e que já vem mostrando a que veio, vamos falar da Queridinha da Meryl Streep, que já chegou até pedir papéis pra ela, estou falando de Amy Adams.

Vamos aos trabalhos, Amy é uma linda e jovem atriz que nasceu em Vicenza, Itália, tem 35 anos, e seu primeiro título no cinema vem do ano de 2000, isso mesmo, uma carreira em crescimento, já possui 2 indicações ao Oscar, as duas na categoria coadjuvante, a primeira em 2006 com o filme "Retratos de Família" e a segunda por "Dúvida" na edição de 2009, foi neste trabalho que Meryl se encantou por seu trabalho e acreditando nisso, a convidou pra participar da comédia "Julie & Julia", fazendo uma deliciosa dobradinha, embora neste título elas não se encontrem, a dinâmica do filme é muito agregadora, ficou, inclusive, a expectativa dela receber sua 3ª indicação, que acabou não se confirmando.

Mas quero aqui ressaltar seu melhor trabalho até aqui, ou melhor, seu trabalho mais consistente, "Dúvida" de 2008, Amy está perfeita, com sua Irmã James, a doce e pacata religiosa que vive assombrada pela seca e amarga Irmã Aloysius (Meryl Streep), na obra ela vai ser perseguida pela dúvida da suspeita de pedofilia do Padre Flynn (Philip Seymour Hoffman). Quase confirmou a indicação ao Oscar, se não fosse por Penelope Cruz e sua Maria Helena em "Vicky Cristina Barcelona".

Aqui abro espaço para sua nova obra, "Leap Year", ainda sem título no Brasil, mas deve ser algo como "Ano Bissexto", neste filme Amy deixa de lado um pouco os filmes conceituais e embarca em uma gostosa e agradavel comédia romântica, trazendo a história de Anna que viaja para Dublin para pedir o namorado em casamento, no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto, data na qual, segundo a tradição irlandesa, o homem é obrigado a aceitar o pedido, esse é o ponta-pé inicial desta deliciosa história, Amy com essa carinha meiga, desconserta qualquer um, confesso que não resisto aos seus olhinhos azuis marejados, são de cortar o coração, enfim, sou suspeitíssimo pra falar desta atriz, mas fiquem atentos, "Leap Year", ainda sem data de estréia no Brasil promete movimentar os cinemas, classifico esse com 3 estrelas.

Uma rápida passada por sua filmografia traz ainda "Prenda-me Se For Capaz" (2002) - Brenda Strong, "Retratos de Família" (2005) - Ashley Johnsten, Jogos do Poder (2007) - Bonnie Bach, Encantada (2007) - Giselle, Vida Num só Dia, A (2008) - Delysia, Noite no Museu 2, Uma (2009) - Amelia Earhart, dentre 18 títulos, desta, que está se tornando a Queridinha da América.

Fica ae a dica e confiram Amy Adams, terão uma grata surpresa!

Wagner Robert

20 de abril de 2010

Eva Cassidy


Algumas histórias precisam ser contadas e passadas adiante pra que não caiam no esquecimento, minha intensão ao escrever essa postagem é simplesmente essa, falar dessa grande cantora que infelizmente não teve tempo de receber o seu verdadeiro valor, mas, como Deus sabe o que faz hoje temos um grande material dela disponivel e pronto pra valorizar mos.

Não deixem de pesquisar e conhecer essa maravilhosa cantora: Eva Cassidy!

Eva Marie Cassidy nasceu em 2 de fevereiro de 1963. Embora fosse muito tímida, conquistou reputação local como intérprete de vários estilos musicais: jazz, blues, folk, gospel e pop music. Dona de uma voz de grande expressão e controle, interpretava cada canção de maneira única. Em 1996, ao morrer vítima de câncer, Eva Cassidy ainda era praticamente desconhecida fora de Washington, e Maryland onde vivia, Mas a morte não encerrou sua trajetória musical. Em Entrevista sobre o lançamento de seu álbum American Tune, de 2003, o jornal inglês Daily Telegraph[1] se referiu a ela como protagonista da "mais memorável carreira póstuma da história da música pop".

Eva cresceu na pequena cidade de Bowie - Washington DC, Com um dom nato para harmonia, Eva aprendeu a tocar violão com seu pai e, juntamente com seus irmãos, integrou uma banda que se apresentava em reuniões familiares e festas escolares. Deixou de se apresentar com o grupo em razão de sua timidez.

Ao cursar o Ensino Secundário, se interessou por atividades artísticas e pela defesa dos direitos das minorias raciais. Nunca teve grande interesse em praticar ou acompanhar esportes e pouco namorava. Demonstrava também pouca ambição profissional. Nessa época, ela se integrou como cantora a uma banda local chamada Stonehenge. Aos 18 anos, Cassidy iniciou sua carreira profissional, cantando e tocando violão na banda Easy Street, que se apresentava em casamentos, festas corporativas, bares com música ao vivo, executando vários estilos musicais.

Durante os anos 80, Eva Cassidy se apresentou com várias bandas.

Em 1990, Biondo e Cassidy criaram a Eva Cassidy Band, que se apresentava regularmente na região. Seu talento foi reconhecido localmente e, em 1993, Cassidy recebeu dois prêmios Wammie da comunidade musical de Washington, nas categorias Female Vocalist Roots/Traditional R&B e Vocalist Jazz/Traditional.

Finalmente, em janeiro de 1996, Cassidy gravou seu primeiro álbum solo - Live at Blues Alley. Em julho do mesmo ano, Eva foi diagnosticada com melanoma, já com metástases. Sua saúde piorou rapidamente e ela morreu em 2 de novembro com apenas 33 anos de idade.

Apesar de exibir tantas qualidades, Eva nunca conseguiu um contrato com gravadoras. O principal obstáculo foi sempre sua recusa a ser enquadrada em um gênero musical específico.

Mas a morte não encerrou sua trajetória musical. No começo de 2001, após um trabalho de divulgação da rádio BBC, o álbum Songbird alcançou o 1º lugar em vendagem na Grã-Bretanha. Os álbuns lançados postumamente já venderam mais de 4 milhões de cópias.

Em entrevista à uma apresentadora de rádio, após ouvir a versão de Eva Cassidy para sua música Fields of Gold, Sting se comoveu ao ouvir uma voz tão pura e expressiva, e ficou feliz ao ver o talento da cantora ser reconhecido internacionalmente.








O álbum Songbird também conquistou uma legião de novos fãs para Eva em outros países da Europa e nos Estados Unidos e parte da América do Sul.

Desde então várias músicas gravadas por Eva têm sido utilizadas em trilhas sonoras de filmes como (Simplesmente Amor, Encontro de Amor, entre outros) e séries de televisão (Dawson's Creek, Smallville, etc).








Minha dica de hoje é essa, relembrar Eva Cassidy e mostrar seu trabalho a quem não conhece.

Até nosso próximo post.

Willy Barcellos.